E assim como um bom abraço, o tempo é absolutamente TERAPÊUTICO....
Um pouco de prosa na praia, um pouco de poesia na cidade, colar de conchas, contos, sabor de brigadeiro, café passado, aconchego. Conversa de varanda, bate papo de bar. Vem conversar!
domingo, 24 de agosto de 2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
mais uma vez sobre o amor
O que te move? O que move o seu olhar? Para aonde ele mira?
Qual paixão te diverte? Qual te enlouquece? Que amor te tranquiliza?
Que desejo, de impedido, te abate?
Tomara que viva fortes emoções, que seja difícil em alguns momentos, porque a dor ensina. Mas que seja tão belo que te permita acreditar de novo, tantas quanto forem as vezes.
Que seja breve quando dilacera, como um grito num só respiro, e que o fôlego seja violado por uma nova vontade, outro grito, ou interrompido pela calma, pelo silêncio, por amor.
Que o sentimento não te abandone, seja na unilateralidade que te consome em uma paixão, seja na cumplicidade que o faz necessário ao outro, num complemento de surpresa e de cuidado.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Sampa
Férias em Sampa é descobrir que o Masp tem entrada gratuita às terças.
E que o vão livre parece não separar Arte de Rua de Kandinsky. Ele junta.
E que o vão livre parece não separar Arte de Rua de Kandinsky. Ele junta.
Portinari, Renoir, Monet, Manet, Picasso, Consolação, Bar do Zé, Sambão. van Gogh e tantos Vicentes.
Paulista de tantos idiomas. De mundos impensáveis. De arranha-céus ao verde Trianon, de soma vultuosa de todas as ordens ao troco do submundo, e no meio: tudo. Todos os cheiros misturados.
Eu tenho a impressão de que o tilintar de taças de Champagne soa simultâneo ao da cerveja suada num balcão de madeira melada, separados por poucos metros. Isso quase define a ambiguidade desta metrópole.
Do Alto do Elevado à Baixa Augusta, do Centro às Bordas, tudo é recheado em São Paulo.
Sua lindeza, sua feiura, tudo fascina.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Inevitável
É impossível impedir um sentimento, é como envergar um jarro cheio de água e desejar que ela não derrame. Neste sentido, todo afeto, qualquer paixão, é puro transbordo.
Mas tudo o que nos comove transforma-se em força que mantem o pulso em movimento, girando o jarro, espalhando um pouco de nós por aí, de forma atrapalhada, atrapalhando a ordem.
Não sei se existe uma preparação para isso, pois se o jarro é de barro resistente, a gente nunca terá força suficiente para impedir o gotejar tão ingênuo quanto lascivo.
O barro é resistente, nós também, afinal é dele mesmo que viemos....
A fábula de Higino nos conta que o humano é feito do barro, cuidemos propriamente então, de todo afeto que transborda em nós!
Tudo o que nos faz chorar e sorrir são formas de amor.
Se TRANSBORDA, deixe DERR(AMAR) ...
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Sobre a importância do pertencimento....
"De onde eu venho ninguém vai falar textualmente que o mundo não é para você, mas todos os dias alguma situação está falando que NADA é para você" (Criolo)
No dia a dia a gente não se dá conta de como isso (pertencimento) é importante, e pode ser PRATICADO por todos nós, por meio da EMPATIA.
A hostilidade dói prá caramba.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Vertente
Ver e ter são igualmente próximos e antagônicos quando se trata
da realização do amor.
Apenas o tempo é barragem para o desaguar da paixão,
mas quem pensa nisso quando o sentimento verte com a força?
A.Albuquerque
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